sábado, 4 de outubro de 2014

O Brasil precisa de arrependimento

Movimento pede que evangélicos orem pelas eleições e por avivamento

por Jarbas Aragão



O Brasil precisa de arrependimento

Segundo o calendário bíblico judaico, o Yom Kipur (Dia do Perdão) tem início ao pôr-do-sol do dia 3 de outubro. Essa importante festa ocorre exatamente dez dias após o Rosh Hashaná, Ano Novo Judaico. Cerca de 14 milhões de judeus de todo o mundo lembram a data com uma reflexão sobre os pecados cometidos ao longo do ano e um pedido de perdão. Os praticantes farão jejum de 24 horas, até a noite do dia 4.

Um movimento evangélico brasileiro uniu essa data profética com a véspera das eleições no Brasil e convocou o “Dia Nacional do Arrependimento”. Segundo seus idealizadores, é um dia para toda a igreja, de quebrantamento e confissão genuína de pecados.

Foi lançado o site www.arrependimentonacional.com.br onde há uma série de materiais estimulando o envolvimento dos evangélicos.

Trata-se também de um reconhecimento que, a exemplo de textos bíblicos como Joel 2 e 2 Crônicas 7:14, os brasileiros precisam de uma cura divina sobre a nação. Ao mesmo tempo, estarão clamando por um avivamento no país.

“Se tivermos um arrependimento verdadeiro, esse dia será um marco para a igreja e para a nação. O Brasil nunca mais será o mesmo. Mas essa pode ser a nossa última oportunidade antes que o juízo de Deus venha sobre a iniquidade”, alerta o site do movimento.

Além dos pecados individuais, o movimento lista o que considera os principais motivos que a igreja brasileira como um todo precisa pedir perdão:

O amor ao dinheiro e a sujeição da Igreja a Mamon (Mateus 6:24)

A falta de santidade, a imoralidade e a profanação do culto. (2 Coríntios 6:14-18 e 7:1)

A desobediência em relação aos povos não alcançados (Mateus 28:18/20).

Uma série de líderes estão envolvidos na promoção desse dia e gravaram vídeos estimulando a Igreja brasileira a se envolver.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Pastor Joanes vota assim:



Este homem será um grande político, pois, tem muito talento e é muito sábio; e principalmente é um grande homem de Deus; por isso, nós aqui de Jataúba, eu falo dos cristãos, e não dos que têm cabrestos, nós votamos no irmão Menezes. Sempre me ajudou, e pra futuro, ajudará a nossa igreja aqui de Jataúba, e teremos enfim um representante na Assembleia Legislativa pra qualquer hora, e não só de 4 em 4 anos como os daqui fazem.

Economista alerta evangélicos que reeleição de Dilma ameaça a democracia

Rodrigo Constantino lembra que o PT sustenta a bandeira do relativismo moral, que serve para "defender o que há de mais podre mundo afora".

por Thiago Cortês


Economista alerta que reeleição de Dilma ameaça a democracia


Em entrevista ao Gospel Prime, o economista e pensador liberal Rodrigo Constantino declara que a reeleição de Dilma Rousseff representaria um “risco para a democracia” e a “continuação da decadência de valores” promovida pelo atual governo.

Presidente do Instituto Liberal, Rodrigo Constantino atua no setor financeiro desde 1997 e é colunista de importantes meios de comunicação como a revista Veja e o jornal carioca O Globo. Ele é conhecido por suas críticas ácidas ao PT e à esquerda em geral.

Autor do livro “Esquerda Caviar”, Constantino afirma que os cristãos que votam em partidos de esquerda o fazem por “desconhecimento histórico”. O escritor liberal lembrou que a esquerda sustenta o relativismo moral que “serve apenas para defender o que há de mais podre mundo afora, inclusive regimes que matam cristãos”.

Você poderia traduzir, para o público evangélico, que tipo de ameaça representaria mais um mandato petista?

O modelo autoritário bolivariano, de forma bastante sucinta. Ou seja, cada vez mais asfixia às liberdades individuais e mais controle estatal sobre nossas vidas, sobre a imprensa, a liberdade de expressão. Do ponto de vista político, portanto, estamos falando de um risco para a própria sobrevivência da democracia. Já do ponto de vista cultural e moral, a continuação da atual decadência de valores fomentada pelo próprio governo, que se coloca como “progressista” e combate, no fundo, importantes pilares de nossa civilização, como certas tradições que respeitam a família como núcleo da sociedade.

Quais seriam as outras conseqüências?

A ditadura “velada” do politicamente correto teria continuidade. A intolerância dos “tolerantes” seguiria aumentando. Por fim, do ponto de vista da economia, teríamos a insistência nos atuais equívocos, que já nos trouxeram a esse quadro de estagflação (estagnação econômica com elevada inflação), culminando no aumento do desemprego.

A esquerda, historicamente, sempre perseguiu os cristãos. Mas hoje muitos evangélicos e católicos votam em partidos de esquerda. O que explicaria este fenômeno?

Talvez o desconhecimento histórico. Nada mais bizarro do que ver comunistas como Luciana Genro, do PSOL, monopolizando a causa das “minorias”, do movimento LGBT, quando sabemos que seu ídolo Che Guevara perseguia gays e achava que era possível “curá-los” em campos de trabalho forçado. Do mesmo jeito há cristãos que apoiam socialistas, ignorando que estes sempre combateram o cristianismo, ainda que de forma indireta, subvertendo-o, como no caso da Teologia da Libertação [que inspirou a Teologia da Missão Integral], que fez um casamento forçado entre Cristo e Marx, sendo que o último claramente prevaleceu.

Como demonstrar de forma clara a contradição entre esquerda e cristianismo?

Basta os cristãos se darem conta de que a esquerda, hoje, sustenta a bandeira do relativismo cultural que, na prática, serve apenas para defender o que há de mais podre mundo afora, inclusive aqueles [regimes] que matam cristãos. O duplo padrão de julgamento moral da esquerda é hipócrita, seletivo, e sempre acaba por condenar o homem branco ocidental e cristão.

Durante a campanha, todos falam em democracia e tolerância. Quais são as armadilhas que os cristãos devem evitar nesta eleição?

Devem estar atentos para não confundir “democracia” com ditadura da maioria, ou pior, da minoria organizada que fala em nome da maioria. Os movimentos das “minorias” controlam boa parte da pauta dos debates, mas recebem poucos votos diretamente associados a tal pauta. É um poder desproporcional que possuem. O teólogo canadense D.A. Carson tem um ótimo livro que fala justamente dessa intolerância dos que buscam monopolizar o discurso da tolerância, mas confundem um estado laico com um antirreligioso. Hoje é proibido ter qualquer preconceito, menos se for contra cristãos. Carson argumenta que a “nova” tolerância representa uma forma peculiar de intolerância. Antes, tolerar era aceitar a existência de pontos de vista diferentes, conviver com eles, ainda que os combatendo. Tolerar era aceitar as diferenças, não abraçá-las como nobres em si.



Rodrigo Constantino em palestra no Fórum Liberdade e Democracia.

É perigoso ser politicamente incorreto no Brasil?

Hoje, se você não endossa totalmente a cartilha dos politicamente corretos, você é um pária da sociedade que merece, no mínimo, o ostracismo, quiçá punições severas. Querem instituir o crime de opinião no Brasil. Bastará não achar lindo o homossexualismo, por exemplo, para ser considerado um homofóbico criminoso. Que tipo de tolerância às diferenças é essa?

Muitos evangélicos têm uma percepção bastante negativa do termo liberalismo, associando-o a libertinagem. O que é o liberalismo e como ele pode acomodar a religião?

A confusão é comum, e em parte culpa de muitos “liberais” novos, que realmente misturam as coisas. Como dizia [o economista Ludwig von] Mises, liberalismo é sobre as coisas desse mundo, não de outro mundo eventual após a morte. Logo, nesse aspecto, ele deve ser laico, não interfere na religião. Isso não quer dizer que um liberal não possa ter um código de valores morais que tenha sua origem em crenças religiosas ou em tradições que sobreviveram ao teste do tempo. O liberal será contra o uso da coerção estatal para impor suas preferências e seus valores, mas não precisa, em hipótese alguma, ser um relativista moral, alguém que suspende os critérios de julgamento em nome de um “vale tudo” amoral.

Liberalismo não é libertinagem. É totalmente possível ser um liberal e abominar a prostituição, vista como algo degradante para a mulher, por exemplo. O liberal apenas não irá defender sua proibição legal, por entender a importância do conceito até mesmo cristão de livre-arbítrio. A mulher seria livre para “pecar”, nesse aspecto, e o liberal com valores morais seria livre para condenar abertamente sua atitude tida como imoral. Liberdade pressupõe conviver com críticas também, afinal. E é isso que a esquerda autoritária quer abolir.

Padre Marcelo Rossi foi investigado pelo Vaticano durante mais de uma década, diz jornalista

Publicado por Tiago Chagas em 2 de outubro de 2014 



O padre Marcelo Rossi, um dos principais representantes do movimento de renovação carismática da Igreja Católica no Brasil foi investigado pelo Vaticano por mais de uma década por conta de sua presença maciça na mídia.

Os livros, CDs, DVDs e apresentações em programas de TV foram vistos por um dos colegas de Rossi como “culto ao personalismo e exibicionismo”, o que motivou uma denúncia à Congregação para a Doutrina da Fé no final dos anos 1990.

À época, a Congregação era liderada pelo cardeal Joseph Ratzinger, que posteriormente se tornou o papa Bento XVI, atualmente aposentado. Os integrantes da comissão analisavam detalhadamente cada livro, música e entrevista concedida pelo padre, na intenção de observar e encontrar possíveis desvios da liturgia católica.

O acusador de Marcelo Rossi afirmava que o padre havia transformado a missa em “circo”, segundo informações do jornalista Ricardo Feltrin.

De acordo com a matéria publicada pelo Uol, o padre Marcelo esteve perto de ser suspenso pela Igreja Católica no final dos ano de 2004 e começo de 2005, por pressão de seu acusador, que tem a identidade mantida sob sigilo.

“Curiosamente, o que acabou por livrar padre Marcelo da punição foi a morte do papa João Paulo II, em abril de 2005, quando praticamente toda a atividade da Congregação para a Doutrina da Fé foi interrompida com a eleição de Ratzinger para o posto de novo papa”, escreveu Feltrin.

Em 2009, o padre Marcelo teria sido absolvido de todas as “acusações” e em 2010, recebeu pessoalmente do papa Bento 16, no Vaticano, um prêmio de Evangelizador Moderno, concedido pela Fundação São Mateus.

O bispo dom Fernando, da Mitra de Santo Amaro, superior direto de Marcelo Rossi, disse desconhecer a investigação sobre o pupilo. Já a assessoria do padre comentou que “se isso [a investigação] realmente ocorreu, trata-se de um fato do passado”.

A Embaixada do Vaticano no Brasil se recusou a comentar a notícia, e a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) seguiu a mesma postura, não emitindo nenhuma nota sobre a suposta investigação
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Se Marina Silva for eleita, será a terceira vez que o Brasil terá um evangélico na presidência; Confira

Publicado por Tiago Chagas em 2 de outubro de 2014


Se Marina Silva (PSB) vencer as eleições presidenciais no segundo turno, ela será a primeira mulher negra a governar o Brasil, mas não será a primeira vez que um evangélico chega ao cargo.

No século passado, outros dois presidentes de confissão protestante governaram o país em períodos distintos, antes da atual fase de democracia.

João Fernandes Campos Café Filho, advogado, membro da Primeira Igreja Presbiteriana de Natal (RN), foi presidente do Brasil por pouco mais de um ano. Café Filho, como era popularmente conhecido, era filiado ao Partido Social Progressista (PSP) e tomou posse no dia 24 de agosto de 1954, substituindo Getúlio Vargas, e foi deposto em 08 de novembro de 1955.

Após a deposição, Café Filho foi sucedido interinamente por Nereu Ramos, que ocupou o cargo até a posse de Juscelino Kubitschek.

O segundo evangélico na presidência do Brasil foi Ernesto Beckmann Geisel, militar, membro da Igreja Luterana, filiado ao partido Aliança Renovadora Nacional (Arena) e alçado ao poder pela ditadura militar.

O mandato de Geisel , que durou de 15 de março de 1974 a 15 de março de 1979, foi marcado pela sanção da Lei do Divórcio, e uma mudança na conduta do governo proporcionou uma pequena diminuição da censura, além de um pequeno aumento no diálogo político, o que culminou anos depois com a redemocratização do país.
Fase da nova democracia

A saída de Geisel da presidência aconteceu após a eleição de João Figueiredo, do Partido Democrático Social (PDS), que governou o país até 1985, quando Tancredo Neves, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) foi eleito.

Antes de sua posse, Tancredo – que era avô de Aécio Neves (PSDB), atual candidato tucano à presidência – faleceu, o que levou seu vice, José Sarney (PMDB) ao cargo entre 15 de março de 1985 a 15 de março de 1990.

Sarney foi substituído por Fernando Collor, que era filiado ao Partido da Reconstrução Nacional (PRN) e foi o primeiro presidente brasileiro eleito por voto direto do povo, derrotando Luís Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas e tendo ocupado o cargo entre 15 de março de 1990 e 29 de dezembro de 1992, quando foi deposto por processo de impeachment.

Fernando Henrique (PSDB) tomou posse no dia 1º de janeiro de 1995, foi reeleito quatro anos depois e governou o país até 1º de janeiro de 2003, quando transmitiu o cargo para Lula, que se manteve na presidência até 1º de janeiro de 2011, para dar posse a Dilma Rousseff (PT), primeira presidente mulher da história do Brasil
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Marina Silva encontra-se com líderes evangélicos e reafirma compromisso com valores cristãos




 Publicado por Tiago Chagas em 29 de setembro de 2014


A candidata Marina Silva (PSB) participou de um encontro com líderes evangélicos em São Paulo e reafirmou seu compromisso pessoal com os princípios cristãos.

Essa foi a primeira visita de Marina a uma reunião com evangélicos desde que ela apresentou o então candidato Eduardo Campos a pastores assembleianos em São Paulo, no dia 04 de agosto, menos de dez dias antes do fatídico acidente aéreo que ceifou a vida do ex-governador pernambucano.

O encontro reuniu mais de 1.500 pessoas de diversas denominações evangélicas, incluindo pentecostais e tradicionais. Em seu discurso, Marina disse que seu compromisso com a fé cristã segue inalterado, mas ressaltou que é importante defender o Estado laico, para que direitos e deveres sigam respeitados.

“Não quero transformar os púlpitos das igrejas evangélicas em palanques”, disse a ex-senadora, acrescentando que crê que os votos que receberá serão dados por conta de suas ideias: “As pessoas não votam em mim porque eu sou evangélica, mas porque acham que tenho as melhores propostas para o Brasil. O Estado laico é uma conquista da sociedade brasileira, bom para quem crê e para quem não crê”.

Durante o discurso, Marina também recitou um poema de sua autoria e que fala sobre a importância de ter um propósito pelo bem.


Do arco que empurra a flecha,
Quero a força que a dispara.
Da flecha que penetra o alvo
Quero a mira que o acerta.

Do alvo mirado
Quero o que o faz desejado.
Do desejo que busca o alvo
Quero o amor por razão.

Sendo assim não terei arma,
Só assim não farei a guerra.
E assim fará sentido
Meu passar por esta terra.


Trecho do poema Arco e Flecha, de Marina Silva

Apoio das Assembleias de Deus

O pastor Lélis Marinho, responsável pela Comissão Política da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) esteve presente no evento e afirmou que a entidade ainda não definiu seu apoio a nenhum dos presidenciáveis, mas que o encontro de Marina – que é missionária da denominação – com as lideranças evangélicas era um passo substancial: “A partir desse encontro abre-se uma porta importante”, afirmou o pastor.

Em dois meses, Templo de Salomão já atraiu mais de 1 milhão de visitantes, diz Igreja Universal


Publicado por Tiago Chagas em 29 de setembro de 2014


O plano da Igreja Universal do Reino de Deus de transformar o Templo de Salomão em um ponto turístico na capital paulista vem se concretizando, visto que em menos de dois meses de sua inauguração, mais de 1 milhão de visitantes já compareceram às reuniões da denominação no local.

De acordo com a TV Record, os visitantes vem de diversas partes do país e do mundo, e não são apenas evangélicos que demonstram interesse em conhecer o megatemplo que tem capacidade para 10 mil pessoas sentadas.

Entre os que visitam a réplica do Templo de Salomão, existem pessoas sem religião e católicos, além de fiéis evangélicos que pertencem a outras denominações.

“Acho a arquitetura muito fantástica. Isso me chama muito a atenção”, diz um senhor chamado Pedro, entrevistado pela reportagem da Record e que afirma ter viajado o mundo e visitado templos de diversas religiões.

O guia turístico dentro do megatemplo é feito por pastores da denominação que se vestem como os antigos sacerdotes do templo original, erguido por Salomão, a partir da planta que Deus deu a seu pai, o rei Davi.

“O que a gente está ensinando aqui não é religião, então todas as pessoas – até pessoas que não são de religiões – vêm aqui. Elas podem vir, [o Templo de Salomão] está de portas abertas pra elas”, diz o pastor Daniel Lopes, um dos guias turísticos que explicam os detalhes da construção e da tradição judaica.

O tour especial pelo megatemplo é acompanhado por pelo menos, 400 pessoas por dia, diz a Igreja Universal. Nessa visita, de aproximadamente 1 hora, os visitantes conhecem um memorial e uma réplica em tamanho real do Tabernáculo, que foi erguido pelo povo judeu para guardar a Arca da Aliança, que era o depósito das tábuas da lei dadas por Deus a Moisés.

Índia: autoridades transformam igreja em templo hindu e forçam fiéis a se converterem à religião

Índia: autoridades transformam igreja em templo hindu e forçam fiéis a se converterem à religião

Publicado por Tiago Chagas em 1 de outubro de 2014


O templo de uma igreja cristã na Índia foi tomado à força e transformado em um templo hindu pelo Partido Nacionalista Hindu BJP, que foi alçado ao poder em maio deste ano. Os fiéis da igreja também foram forçados a se converterem ao hinduísmo.

A denominação fica localizada no estado de Uttar Pradesh, que de acordo com a Missão Portas Abertas, tornou-se alvo de perseguição religiosa desde que o BJP assumiu o poder.

Segundo relatos de missionários, os cristãos já foram atacados mais de 600 vezes nos últimos quatro meses na Índia. A ordem para os ataques teria vindo do partido BJP.

A Portas Abertas relata ainda que as agências de notícias trazem informações sobre a condição dos cristãos, e que uma das denominações cristãs no país, localizada na vila Asroi, a cerca de 100 milhas a sudeste de Nova Déli, ainda resiste e tem funcionado como local de culto para os cristãos dalits, que são uma das castas mais baixas da Índia.

No templo que foi transformado em local de culto hindu, uma imagem de Shiva foi colocada no altar e os políticos do BJP que ordenaram a transformação da igreja divulgaram comunicados à imprensa anunciando que os 72 membros da antiga igreja haviam se tornado hindus.


A Missão Portas Abertas pede orações pelos fiéis forçados a se converterem ao hinudísmo, “para que eles permaneçam firmes no Senhor e possam sair dessa situação”.

“Peça para que esses ataques aos cristãos e às igrejas, na Índia, cessem. Interceda para que em breve essa igreja possa voltar a ser um local de adoração a Deus”, suplica a nota da Portas Abertas.

“Pastor mais forte do mundo” bate 9 recordes mundiais

Canadense está no Livro Guinness dos Recordes

por Jarbas Aragão
 
"Pastor mais forte do mundo" bate 9 recordes mundiais

Kevin Fast é o pastor mais forte do mundo! Segundo o Livro Guinness dos Recordes, aos 51 anos ele detém nada menos que 19 recordes relacionados à força física. O canadense, que pastoreia uma igreja luterana há 22 anos, tem uma lista de façanhas dignas de Sansão, herói bíblico que possuía uma força sobrenatural dada por Deus.

Bastante conhecido no Canadá, ele afirma: “A maioria das pessoas nos círculos religiosos acham difícil acreditar que eu faço todas estas proezas de força. Os pastores geralmente são pequenos e fracos”. Fast acredita ter recebido um dom de Deus para fazer tantas façanhas.

Questionado sobre qual o sentido dessas demonstrações de força, conta que já ganhou muito dinheiro, mas não fica com ele. “Em todas as minhas tentativas de recordes mundiais sempre tentei arrecadar dinheiro para caridade”. Ao conseguir arrastar um avião CC-177 Globemaster III, arrecadou 65.000 dólares.


Fast puxando o avião.

Conta ainda que a maioria dos fiéis da sua igreja o apoiam. “Somos uma grande família”, ressaltou. Casado e pai de três filhos, lembra que começou a fazer exercícios de musculação aos 12 anos de idade e não parou mais.

A maioria dos dias ele treina levantamento de peso com bolas de ferro, pneus de trator em um lote cedido pela prefeitura local. Fast é motivo de orgulho da pequena cidade de Cobourg, onde vive. “Minha família é muito favorável às coisas que eu faço, mas nem sempre foi assim”, ressalta. Conta ainda que não pretende parar tão cedo. Avisa que está treinando para bater o recorde do maior número de carros puxados de uma só vez.

Kevin não é o único pastor no livro dos recordes. Aos 93 anos de idade, o pastor e cantor Feliciano Amaral consta no Guinness desde 2010 como o recordista mundial de longevidade no mundo da música. São 63 anos de carreira! Com informações de Daily Mail

Recordes mundiais do pastor Fast:

2008 – Arrastar com o corpo o maior caminhão por mais de 50 metros (63,2 toneladas)
2009 – Puxar com o corpo o avião mais pesado (188,83 toneladas)
2010 – Puxar com o corpo a maior casa (40 toneladas)
2011 – O veículo mais pesado puxado por duas pessoas (75 toneladas)
2011 – Erguer e sustentar no ar 500 kg por maior tempo (61 segundos)
2013 – Puxar o maior caminhão só com um braço (12,5 toneladas)
2013 – Levantar apenas com os ombros o maior número de pessoas (11)
2013 – Lançar o maior número de troncos em três minutos (14)
2013 – Maior trenó puxado por alguém vestido de Papai Noel (17,5 toneladas)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Marina pede a Deus que ajude Lula a tirar do PT a “lógica dos aloprados”

A ex-senadora tem sido acusada de querer destruir programas importantes do PT, o que tem gerado perda de votos

por Leiliane Roberta Lopes
Marina prefere não acreditar que Lula esteja por trás de ataques
 
Nas últimas semanas a candidata Marina Silva (PSB) tem sido vítima do que ela chama de “marketing selvagem” por parte de seus ex-colegas de legenda, os coordenadores do PT.

Mas apesar da tristeza de ser alvo de um “ataque truculento”, Marina prefere não ligar o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva ao PT atual. “Eu peço a Deus que Lula ajude o PT a sair dessa lógica dos aloprados”, disse a presidenciável que após os ataques perdeu muitos pontos nas pesquisas de intenção de voto.

A campanha do PT tem disseminado que a ex-senadora vai acabar com programas como o Bolsa Família, o Prouni, a transposição do rio São Francisco, o décimo terceiro-salário e até com o direito às férias. “É uma nuvem de mentiras e boatos. Mas o que me deixa mais estarrecida é que esse tipo de marketing não desqualifica apenas a mim, ele também desqualifica a nossa história coletiva”, afirmou ela à Veja.

Por mais de 20 anos Marina Silva vestiu a camisa do Partido dos Trabalhadores e atuou ao lado de Lula, por quem ela ainda nutre bons sentimentos se negando a acreditar que ele esteja por trás dos ataques, mesmo tendo todo o poder dentro da legenda.

Para não se decepcionar com Lula, Marina diz praticar a “aeróbica do bem”, isso é, “fortalecer a musculatura boa”, acreditar que ele não tem ligação com a campanha para a reeleição de Dilma.

“Quem ajudou a tirar 40 milhões de pessoas da miséria, e esse é o legado do Lula, não pode ser visto como uma fraude. Da mesma forma que alguém que ajudou a tirar o país da inflação galopante, como o Fernando Henrique Cardoso, não pode ser esquecido”, diz.

Ao citar os principais nomes do PT e do PSDB, partido que também tem atacado a ex-senadora na luta por votos para Aécio Neves, Marina diz que não quer entrar nesse jogo de denegrir os candidatos.

“Eu tomei uma decisão: vou ganhar ganhando, não vou ganhar perdendo, ou seja, fazendo o mau combate. Quem vai perder perdendo são aqueles que lançam mão de qualquer arma. É a pior forma de perder”.

Ao longo desses meses de debate eleitoral, a ex-senadora tentou discutir os programas de governo, mas segundo ela não foi possível, pois os demais candidatos não possuem programas.

“Eu queria debater programas, mas nem Dilma nem Aécio apresentaram os programas deles. Como eles não têm programa, estão atacando como estratégia de defesa. É um modo de não chamar atenção para esse grave problema, que é ser candidato sem ter programa.”